"Sei que se sente sozinho e pode acreditar quando digo que esse é um sentimento que também conheço profundamente. Sei que alimenta grandes esperanças em seu coração, mas que nenhuma delas se cumpriu e sei que isso, sem que o senhor se dê conta, o está matando um pouco a cada dia que passa.
...gostaria de conhecê-lo melhor e ser seu amigo. Acho que o senhor não tem muitos amigos. Nem eu. Não acredito em pessoas que acham que tem muitos amigos. É sinal de que não conhecem os outros."
O jogo do Anjo - Carlos Ruiz Zafón
"...e, já que não podemos nos manter sem Vós,
não nos negueis o Vosso socorro,
mas conduzi-nos para tempos mais felizes..."
não nos negueis o Vosso socorro,
mas conduzi-nos para tempos mais felizes..."
Quem sou eu
- Lonely Girl
- "Eis o melhor e o pior de mim: o meu termômetro, o meu quilate. Vem, cara, me retrate. Não é impossível eu não sou difícil de ler. Faça sua parte. Eu sou daqui, eu não sou de Marte. Vem, cara, me repara, não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim. Só não se perca ao entrar no meu infinito particular..."
quinta-feira, 30 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
PENSAR É TRANSGREDIR
por Lya Luft
Não lembro em quem momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos – para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar de medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida na tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar para pensar, nem pensar!”
O problema é que quanto menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ser programado, a gente pára para pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor de mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos como a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, no sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza tem significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar, e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mais sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá o que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
Não lembro em quem momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos – para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar de medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida na tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar para pensar, nem pensar!”
O problema é que quanto menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ser programado, a gente pára para pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor de mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos como a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, no sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza tem significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar, e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mais sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá o que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Eu já disse que eu A-D-O-R-O o meu apartamento? Ah...tá!
Mas vou repetir! Eu A-D-O-R-O!
Às vezes tenho vontade simplesmente de abraçá-lo qdo chego...mas para isso ele é bem grandinho...
Talvez um dia essa paixonite por ele passe, mas por enquanto, eu ainda estou curtindo SUPER o meu espacinho!
"I won't let you down
I will not give you up
Gotta have some faith in the sound
It's the one good thing that I've got
I won't let you down
So please don't give me up
Because I would really, really love to stick around"
Freedom
George Michael
Mas vou repetir! Eu A-D-O-R-O!
Às vezes tenho vontade simplesmente de abraçá-lo qdo chego...mas para isso ele é bem grandinho...
Talvez um dia essa paixonite por ele passe, mas por enquanto, eu ainda estou curtindo SUPER o meu espacinho!
"I won't let you down
I will not give you up
Gotta have some faith in the sound
It's the one good thing that I've got
I won't let you down
So please don't give me up
Because I would really, really love to stick around"
Freedom
George Michael
terça-feira, 21 de abril de 2009
OBRA PRIMA!
SEM FANTASIA
(Chico Buarque)
Vem, meu menino vadio
Vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia
Que da noite pro dia
Você não vai crescer
Vem, por favor não evites
Meu amor, meus convites
Minha dor, meus apelos
Vou te envolver nos cabelos
Vem perde-te em meus braços
Pelo amor de Deus
Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu
Ah, eu quero te dizer
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer
De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus
(Chico Buarque)
Vem, meu menino vadio
Vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia
Que da noite pro dia
Você não vai crescer
Vem, por favor não evites
Meu amor, meus convites
Minha dor, meus apelos
Vou te envolver nos cabelos
Vem perde-te em meus braços
Pelo amor de Deus
Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu
Ah, eu quero te dizer
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer
De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus
quinta-feira, 16 de abril de 2009
“A natureza inteira perde seus encantos. Ela se torna uma gigantesca arena, uma espécie de loja enorme onde os humanos podem se abastecer à vontade, sem outra restrição além da imposta pelas necessidades da preservação do futuro.” (Luc Ferry)
Todo o discurso de sustentabilidade que ouvimos hoje como se fosse a grande solução para o problema de preservação do meio-ambiente, soa para mim agora como se fosse tão falso e irresponsável quanto o consumo desenfreado.
Enquanto não aprendermos a amar a natureza por ela mesma, porque é linda, maravilhosa, intrigante, porque nos une a Deus, não conseguiremos salvá-la dignamente.
Enquanto o nosso discurso de sustentabilidade for egoísta e baseado apenas na visão de que temos que garantir recursos para as novas gerações, deixaremos de lado o mais importante em relação à natureza que é todo o mistério que envolve os seus detalhes e continuaremos dentro da boa e velha hipocrisia de sempre.
E NO RÁDIO TOCAVA...
"Romântico é sonhar
E eu sonho assim
Cantando estas canções
Para quem ama igual a mim..."
Altemar Dutra
Sentimental Demais
"Porque você me deixa tão solto?
Porque você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Huuum!..."
Sozinho
Peninha
Todo o discurso de sustentabilidade que ouvimos hoje como se fosse a grande solução para o problema de preservação do meio-ambiente, soa para mim agora como se fosse tão falso e irresponsável quanto o consumo desenfreado.
Enquanto não aprendermos a amar a natureza por ela mesma, porque é linda, maravilhosa, intrigante, porque nos une a Deus, não conseguiremos salvá-la dignamente.
Enquanto o nosso discurso de sustentabilidade for egoísta e baseado apenas na visão de que temos que garantir recursos para as novas gerações, deixaremos de lado o mais importante em relação à natureza que é todo o mistério que envolve os seus detalhes e continuaremos dentro da boa e velha hipocrisia de sempre.
E NO RÁDIO TOCAVA...
"Romântico é sonhar
E eu sonho assim
Cantando estas canções
Para quem ama igual a mim..."
Altemar Dutra
Sentimental Demais
"Porque você me deixa tão solto?
Porque você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Huuum!..."
Sozinho
Peninha
terça-feira, 14 de abril de 2009
"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Dizem que parado a gente não sai do lugar.
E nem é uma questão de movimento é uma questão de companhia.
Quando a gente pára não permite que os outros façam parte da nossa vida, e logo, a gente fica sozinho.
Porque para ficar parado você não precisa de ajuda...
Criar expectativas é jeito também de criar oportunidades.
Oportunidade de permitir que os outros entrem na sua vida e façam parte dela.
Sem expectativas, ficamos parados e logo sozinhos.
Claro que o equilíbrio é tudo.
Encontrar a justa medida entre arriscar na expectativa e apostar na inércia é absolutamente necessário.
Mas essa é lição para a toda uma vida!
Ainda bem!
E nem é uma questão de movimento é uma questão de companhia.
Quando a gente pára não permite que os outros façam parte da nossa vida, e logo, a gente fica sozinho.
Porque para ficar parado você não precisa de ajuda...
Criar expectativas é jeito também de criar oportunidades.
Oportunidade de permitir que os outros entrem na sua vida e façam parte dela.
Sem expectativas, ficamos parados e logo sozinhos.
Claro que o equilíbrio é tudo.
Encontrar a justa medida entre arriscar na expectativa e apostar na inércia é absolutamente necessário.
Mas essa é lição para a toda uma vida!
Ainda bem!
domingo, 12 de abril de 2009
Adoro encontrar gente que consegue escrever o que eu queria saber falar:
NÃO SOU ALEGRE, NEM TRISTE
Descobri.
Amo tudo que existe.
Não sou alegre.
Nem triste.
Se num momento estou sorrindo.
No outro estou chorando.
Passo a vida assim.
Observando.
Captando.
Se sou feliz como a borboleta pro espelho até faço careta.
Se sou triste como a andorinha sozinha faço outra caretinha.
Cara de choro.
De menininha.
Descobri.
Amo tudo que me rodeia.
Desde o grão de areia.
Não sou alegre... nem sou triste.
SONIA DELSIN
http://recantodasletras.uol.com.br/pensamentos/1246052
NÃO SOU ALEGRE, NEM TRISTE
Descobri.
Amo tudo que existe.
Não sou alegre.
Nem triste.
Se num momento estou sorrindo.
No outro estou chorando.
Passo a vida assim.
Observando.
Captando.
Se sou feliz como a borboleta pro espelho até faço careta.
Se sou triste como a andorinha sozinha faço outra caretinha.
Cara de choro.
De menininha.
Descobri.
Amo tudo que me rodeia.
Desde o grão de areia.
Não sou alegre... nem sou triste.
SONIA DELSIN
http://recantodasletras.uol.com.br/pensamentos/1246052
terça-feira, 7 de abril de 2009
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...E sendo você uma menina com uma flor, eu lhe peço também que nunca mais me deixe sozinho, como nesse último mês em Paris; fica tudo uma rua silenciosa e escura que não vai dar em lugar nenhum; os móveis ficam parados me olhando com pena; é um vazio tão grande que as outras mulheres nem ousam me amar porque dariam tudo para ter um poeta penando assim por elas, a mão no queixo, a perna cruzada triste e aquele olhar que não vê. E porque você é a única menina com uma flor que eu conheço, eu escrevi uma canção tão bonita para você, "Minha namorada", a fim de que, quando eu morrer, você se por acaso não morrer também, fique deitadinha abraçada com Nounouse, cantando sem voz aquele pedaço em que eu digo que você tem de ser a estrela derradeira, minha amiga e companheira, no infinito de nós dois...
(Para uma menina com uma flor - Vinícius de Moraes)
(Para uma menina com uma flor - Vinícius de Moraes)
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa...
- Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração...
(Trechos de "O Pequeno Príncipe" - Exupery)
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa...
- Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração...
(Trechos de "O Pequeno Príncipe" - Exupery)
HOMENAGEM ÀS FLORES
Rosa...
Livros lidos
- Amanhecer - Stepheine Meyer (Dez 09)
- Eclipse - Stepheine Meyer (Dez 09)
- Lua Nova - Stephenie Meyer (Dez 09)
- Crepúsculo - Stephenie Meyer (Dex 09)
- Mentiras no Divã - Irvin Yalon
- (Perdi alguns pelo caminho...)
- O colecionador de ossos - Jeffery Deaver (Julho 2009)
- Silêncio dos Amantes - Lya Luft (Julho 2009)
Livros que estão esperando para serem consumidos
- Armas, germes e aço - Jared Diamond
- Mentiras no Divã - Irvin Yalon
- A Luta de Lance Armstrong
- Estou escolhendo um do Milton Santos
- Não é sorte - Eliyahu Goldratt
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