"...e, já que não podemos nos manter sem Vós,
não nos negueis o Vosso socorro,
mas conduzi-nos para tempos mais felizes..."

Quem sou eu

Minha foto
"Eis o melhor e o pior de mim: o meu termômetro, o meu quilate. Vem, cara, me retrate. Não é impossível eu não sou difícil de ler. Faça sua parte. Eu sou daqui, eu não sou de Marte. Vem, cara, me repara, não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim. Só não se perca ao entrar no meu infinito particular..."

domingo, 28 de março de 2010

Andando com as minhas próprias pernas

Minha terapeuta me deu alta.
Foi engraçado ouvir isso.
Achei que faria terapia a vida toda...
Mas como ela disse: "o que eu fui resolver, está resolvido."
Agora eu tenho que andar com as minhas próprias pernas e encarar sozinha o meu aprendizado.
Vamos ver!

sábado, 27 de março de 2010

Liberdade de errar é a melhor que a gente tem

Estou lendo Eduardo Giannetti "Vícios privados, benefícios públicos? - A ética na riqueza das nações" (na verdade relendo).
É um livro que fala sobre a ética e como ela influenciou e influencia na properidade dos países.
E, por se tratar de Giannetti o livro é denso, recheado de conceitos, muitas citações e muita filosofia, fatos que me fazem começar a rêle-lo antes mesmo de terminá-lo.
Logo no começo ele está fazendo uma esplanação sobre o que seria verdade e sua busca.
A conclusão que ele chega (ou a conclusão que eu chego que ele chegou)é que a liberdade é o melhor meio que temos para vivermos de fato a nossa condição humana e que a verdade em si pode não ser a mocinha do filme e que a história pode surpreender e mostrar que a busca pela verdade pode ser então a personagem mais importante.
A busca pela verdade requer escolha que por sua vez requer admitir que o tiro pode sair pela culatra, ou seja, errar.
Portanto, eu acho se não nos preocuparmos tanto se vamos acertar ou errar, se nós nos preocuparmos com o meio como vamos fazer isso, aí sim,estaremos produzindo os melhores resultados.
Veja um trecho do livro (pág. 22):
"O homem é um ser falível, condenado ao erro. Mas é também um ser que busca e que não abre mao de buscar. Um ser que transforma sua imperfeição e fraqueza em algo valioso."

terça-feira, 23 de março de 2010

Sou mais para vira-latas!

Como a Nani, a cachorrinha da casa dos meus pais, está doentinha e eu fico às vezes desejando que ela pudesse falar...
Mas como boa vira-latas que é, ela resiste bravamente, ficou aguentando o tranco até que alguém foi cuidar dela, facilita todos os tratamentos e manobras que temos que fazer com ela.
Se fosse de raça, acho que talvez, ela não aguentaria tudo o que está passando...
Olhando para o caso dela, eu quero ser também como vira-latas...aguentar firme com a minha lesão até que alguém um dia vai resolver dar a atenção que fará a diferença entre um ano de dor e desconhecimento da situação para o caminho da solução do problema.
Já que falar adianta quase nada...

desabafo

Dor é a pior doença.
Ninguém liga pra ela.
Dor é frescura.
Dor é penitência.
Estou cansada e sentir dor.
E não tem mais para quem falar.
Não consigo achar a solução sozinha.
Não consido alguém para ajudar.
Estou cansada e triste.
E pelo jeito, sigo assim.

sábado, 20 de março de 2010

Noite de cão

Ontem, eu de mala pronta para migrar para Americana para um final de semana que 65 litros de chopp, estava inquieta.
Eu deveria passar na casa da minha mãe antes. Entenda que passar é um modo de dizer, porque eu realmente acho que de carro tudo é perto.
Tentei algumas desculpas comigo mesma (que geralmente funcionam) mas não teve jeito eu deveria ir lá.
Cheguei.
Estacionei o carro.
O carro do meu pai estava tão mal estacionado que o meu quase não coube.
Peguei minha necesseire para passar um rímel e batom quando veio minha mãe dizendo: "O carro do seu pai está para trás porque ele bateu na Nani."
"Como assim bateu na Nani?"
Eu fui logo na 'caixinha' dela e vi que estava cansada, aterrozida e com dor. Era como se me dissesse: "Me ajuda...".
Virei um pouco a cabeça e vi que ela sangrava um pouquinho.
Fiquei revoltada e não vou me estender nisso. Se o fizer, vou ficar aqui linhas e linhas xingando quem faz isso com um animal e não socorre e vai deitar no sofá.
Bom, corri atrás de veterinário de plantão em Hortolândia e não encontrei.
Pegamos então Nani e sua caixinha, colocamos ela no carro e rumamos para um Hospital Veterinário em Campinas.
Um médico SUPER atencioso, o Dr. Renato, cuidou muito bem dela. Fez todos os procedimentos para uma sutura e diagnosticou a tíbia esquerda quebrada. Depois dos remédios e dos cuidados a Nani ficou lá internada para passar as próximas 24 horas em observação.
Vi que ela estava melhor e que do alto dos seus 15 anos e depois de noite literalmente de cão, ficaria tudo bem. Que alívio.
Voltei para casa para levar minha mãe para de lá, 3 horas depois, continuar meu rumo para Americana.
Agora vou ler a matéria sobre intuição na SuperInteressante e quero ver se aprendo mais desse negócio.
Eu sou super intuitiva e aprendi que nunca me arrependo quando sigo a minha intuição.
Pena que eu não me lembro tanto disso antes de resolver não seguí-la.
Vou ler a matéria e depois conto para vocês o que eu achei.

Resposta à Sergio Vaz

http://colecionadordepedras1.blogspot.com/2010/03/colecionador-de-pedras_17.html

Eu não sou poeta.
Sou só gente. Sou o indigente.
Sou de coração partido.
Sou operária. Quero ser autopeça.
Sou assassina, julgada, condenada.
Espero ser redimida pela vontade de ser melhor que isso.
Com a poesia feita por aqueles que conseguem colocar em palavras o que gente tem dificuldade até de pensar, de sentir, de admitir, nunca vai faltar pão, nunca vai faltar partilha, nunca vai faltar ação, nunca vai faltar milagre.

sexta-feira, 19 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Quem canta os males espanta

Ta aí uma das grandes verdades da vida.
Se você é um daqueles que procuram verdades, fique feliz, acabou de encontrar.
E eu, nem tão boba que sou, acabei de viver essa verdade.
Eu estava mais a fim era de sair do escritório, vir para o meu ap, tomar um banhão e me jogar no meu sofá preferido.
Mas eu fui forte e me guiei para o meu curso de música.
Ah...que deleite...para começar: 5ª Sinfonia de Beethove, depois Bach e outros mais.
Pronto! Tudo passou...estava eu lá feliz, de olhinhos fechados, curtindo a música...pena que o professor tinha que dar a aula dele que não consistia, apesar do nome, de pura apreciação musical.
Seguindo as aulas, na hora da técnica vocal, fizemos classificação da voz...Contralto na veia!..E como é bom soltar umas notinhas musicais a gente mesmo!
Estudar música é um sonho que estou realizando, que de tão que é, faço cantando.

terça-feira, 16 de março de 2010

Aos amigos tudo aos inimigos a lei

Justo não é?
Mesmo porque ao tudo dos amigos inclui-se a lei e, assim sendo, para os inimigos somente a lei, que é de todos e que é criada por terceiros,pode excluir o tom pessoal.
Ou seja, foco para quem fica, adeus para quem vai.
Esse movimento da vida é meio que inevitável.
Se você parar para analisar a longo prazo o que aconteceu com pessoas que não foram legais ao cruzar o seu caminho, você vai ter que admitir que a vida se encarrega de distanciá-los e fazê-los viver os ensinamentos que lhes cabem...então, pra que perder tempo, tendo raiva, querendo vingança e briga?
Acho que esse tipo de sentimento, de maneira em geral, deve existir para nos mostrar que estamos perdendo tempo e não efetivamente para ser usado 'contra' a pessoa/situação/coisa que nos faz sentir assim.
Assim como o amor, como diria um dos Mários (Quintana ou Andrade), é objeto de quem ama e não de quem é amado. A raiva também é. E eu realmente acredito que mais do que um sentimento contra o outro, a raiva é coisa só nossa e um sinônimo que há algo de errado com a gente e que deveríamos parar e olhar para nossa própria vida e atitudes.
Eu acho que isso pode ser difícil de entender, mas todas as vezes que eu fico com vontade de sentir raiva de alguma coisa ou pessoa, tento sair da situação, ver outra coisa, mudar o foco, olhar para mim e só depois analisar de outra maneira. É difícil, mas, eu tento.
Mas difícil ainda no calor dos fatos. Quando a gente não tem tempo e acaba reagindo impulsivamente.
O desafio de tudo isso é admitir que o errado que a gente tenta jogar para fora da gente com raiva dos outros, é na verdade, nossa parte de contribuição no problema e se for para ter raiva de alguma coisa, deveria ser do nosso espelho.

sábado, 6 de março de 2010

Um dia eu fui assim...

Uma coisa que eu aprendi é justamente não reclamar do tempo, simplesmnte porque realmente é uma coisa estúpida a se fazer: de nada adianta!!!
Um pouquinho de consternação é válido para fazer a gente se mexer e mudar alguma coisa da qual a gente não gosta. Ouvir reclamação é um saco, mas a vontade de reclamar nos mostra que alguma coisa não está legal...
Agora me diz, eu vou mudar o tempo?
Até que eu veja dança da chuva e promessa para dias ensolarados funcionar, tô fora de reclamar do tempo.
Tá chovendo? Veste galocha.
Tá calor? Regata.
Tá frio? Malha, vinho e massa...
Aliás um ótimo pedido para hoje, ein???

quarta-feira, 3 de março de 2010

Jeito de artista

Esse lance de Big Brother é realmente muito curioso.
E para os críticos de plantão...deixem-me explicar.
O povo fica enfurnado numa casa onde o maior desafio é ficar próximo de pessoas estranhas, conviver 24 horas por dia onde o maior passatempo é só esse...conviver...e isso parece ser o maior pesar dos enclausurados: a obrigação da convivência contínua dia após dia.
Para quem convive em alguns metros quadrados dia após dia supoem-se conhecer-se bastante, certo?
Para quem passa dias e noites com exatamente as mesmas pessoas espera-se saber o que elas pensam, não é?
Para quem troca afazeres domésticos e compartilha banhos nada privativos entende-se que há intimidade, correto?

Vejamos...

Quando o jogo rola por meio do público eles ficam perdidos, sempre errando as previsões de quem sai e quem fica...
Eles são penalizados justamente por todos aqueles detalhes que só vê quem está de longe...
Parece antagônico, não é?
Detalhes é para quem vê de perto...
Mas não ali...
As sutilezas...o não dito...o dito diferente no quarto e depois na cozinha que de tão perto é gritantee e faz muita diferença.

A curiosidade é justamente essa.

Quem só vê os detalhes da proximidade perde a sutileza da distância.

E a gente vive quantos BBBs no nosso cotidiano?
Quantas vezes a gente acha que está no controle da situação?
Quantas vezes a gente acha que conhece as pessoas?
Quantas vezes a gente se engana?
Deve ser por isso que a gente segue vivendo e fica com esse gosto amargo na boca: Como é que isso está acontecendo?! Não é justo!!!

Será????

Talvez a gente tem que aprender a ver a vida com uma câmera: fade in...fade out...
Ora com olhos de diretor.
Ora com olhos de ator.
Ora com olhos de espectador...
Mas acima de tudo
sempre
com jeito de artista!
...E sendo você uma menina com uma flor, eu lhe peço também que nunca mais me deixe sozinho, como nesse último mês em Paris; fica tudo uma rua silenciosa e escura que não vai dar em lugar nenhum; os móveis ficam parados me olhando com pena; é um vazio tão grande que as outras mulheres nem ousam me amar porque dariam tudo para ter um poeta penando assim por elas, a mão no queixo, a perna cruzada triste e aquele olhar que não vê. E porque você é a única menina com uma flor que eu conheço, eu escrevi uma canção tão bonita para você, "Minha namorada", a fim de que, quando eu morrer, você se por acaso não morrer também, fique deitadinha abraçada com Nounouse, cantando sem voz aquele pedaço em que eu digo que você tem de ser a estrela derradeira, minha amiga e companheira, no infinito de nós dois...
(Para uma menina com uma flor - Vinícius de Moraes)
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa...
- Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração...

(Trechos de "O Pequeno Príncipe" - Exupery)

HOMENAGEM ÀS FLORES

HOMENAGEM ÀS FLORES
Rosa...

Livros lidos

  • Amanhecer - Stepheine Meyer (Dez 09)
  • Eclipse - Stepheine Meyer (Dez 09)
  • Lua Nova - Stephenie Meyer (Dez 09)
  • Crepúsculo - Stephenie Meyer (Dex 09)
  • Mentiras no Divã - Irvin Yalon
  • (Perdi alguns pelo caminho...)
  • O colecionador de ossos - Jeffery Deaver (Julho 2009)
  • Silêncio dos Amantes - Lya Luft (Julho 2009)

Livros que estão esperando para serem consumidos

  • Armas, germes e aço - Jared Diamond
  • Mentiras no Divã - Irvin Yalon
  • A Luta de Lance Armstrong
  • Estou escolhendo um do Milton Santos
  • Não é sorte - Eliyahu Goldratt

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